"Há 100 anos atrás, um grupo de raparigas desafiou as normas e convenções da época e plantou na mente de Baden-Powell as sementes do Guidismo.
Estávamos em 1909, e um ano depois, o Guidismo começou formalmente no Reino Unido e desde aí mudou a vida de milhões de raparigas e jovens mulheres.
Numa época em que as saias se usavam compridas e em que as mulheres não tinham nenhum poder, a ideia de ver raparigas envolvidas em actividades como acampar, fazer caminhadas, etc., deu origem a reacções
muito distintas. Os críticos mais ferozes afirmavam que o guidismo era “uma inovação perniciosa”, “um movimento ridículo e nocivo” e um “desporto idiota”.
Baden-Powell não lhes deu ouvidos e desde logo começou a pensar num método para a aplicar às raparigas. Ele queria criar uma identidade separada dos escuteiros, para que as raparigas pudessem trabalhar para o seu auto-desenvolvimento independentemente, e não imitando os seus irmãos escuteiros.
Foi então que surgiu o Guidismo, que desde 1909 procura “proporcionar às raparigas e jovens mulheres a oportunidade de desenvolverem plenamente o seu potencial como cidadãs universais responsáveis”.
São 100 anos a mudar vidas que são sem dúvida um motivo de celebração. É por isso que nos próximos 3 anos (2010-2012) os 10 milhões de guias existentes em todo o mundo vão estar em festa.
Para além das actividades e projectos nacionais em que vamos estar envolvidas, há actividades internacionais e momentos de partilha, dias em que as guias de todo o mundo vão estar “sintonizadas”, em que vamos conhecer um pouco mais da família guidista, em que vamos partilhar experiências,
em que vamos juntas superar obstáculos.
Vão ser 3 anos que se vão juntar à história do guidismo, 3 anos em que o movimento se vai fortalecer ainda mais, 3 anos que queremos partilhar com a comunidade. É por isso que nas próximas 100 edições do jornal Almonda encontrarão sempre um artigo das Guias, um artigo em que iremos falar um pouco de nós, das nossas actividades, da nossa história, dos nossos sonhos."
Estávamos em 1909, e um ano depois, o Guidismo começou formalmente no Reino Unido e desde aí mudou a vida de milhões de raparigas e jovens mulheres.
Numa época em que as saias se usavam compridas e em que as mulheres não tinham nenhum poder, a ideia de ver raparigas envolvidas em actividades como acampar, fazer caminhadas, etc., deu origem a reacções
muito distintas. Os críticos mais ferozes afirmavam que o guidismo era “uma inovação perniciosa”, “um movimento ridículo e nocivo” e um “desporto idiota”. Baden-Powell não lhes deu ouvidos e desde logo começou a pensar num método para a aplicar às raparigas. Ele queria criar uma identidade separada dos escuteiros, para que as raparigas pudessem trabalhar para o seu auto-desenvolvimento independentemente, e não imitando os seus irmãos escuteiros.
Foi então que surgiu o Guidismo, que desde 1909 procura “proporcionar às raparigas e jovens mulheres a oportunidade de desenvolverem plenamente o seu potencial como cidadãs universais responsáveis”.
São 100 anos a mudar vidas que são sem dúvida um motivo de celebração. É por isso que nos próximos 3 anos (2010-2012) os 10 milhões de guias existentes em todo o mundo vão estar em festa.
Para além das actividades e projectos nacionais em que vamos estar envolvidas, há actividades internacionais e momentos de partilha, dias em que as guias de todo o mundo vão estar “sintonizadas”, em que vamos conhecer um pouco mais da família guidista, em que vamos partilhar experiências,
em que vamos juntas superar obstáculos.Vão ser 3 anos que se vão juntar à história do guidismo, 3 anos em que o movimento se vai fortalecer ainda mais, 3 anos que queremos partilhar com a comunidade. É por isso que nas próximas 100 edições do jornal Almonda encontrarão sempre um artigo das Guias, um artigo em que iremos falar um pouco de nós, das nossas actividades, da nossa história, dos nossos sonhos."
Publicado no Jornal Almonda, nº , em de de 2010
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