Valeu a pena não ter os dias “livres” como as outras minhas amigas.
Valeu a pena as dores de costas de dormir no chão.
Valeu a pena ter que comer arroz com salsichas que, cozinhado por nós ficou uma quantidade industrial de trinca de arroz, e pão tão queimado que parecia pedra!
Valeu a pena carregar tendas da segunda guerra mundial, que pesavam mais que nós.
Valeu a pena andar à procura de canas e ficar arranhada.
Valeu a pena ser chamada vezes sem conta à Irmã Stella, ficando assim sem tempo para jogar Spiriball.
Porque valerá sempre a pena saber estar sempre alerta.
Porque valerá sempre a pena estar disponível para servir o outro.
Porque valerá sempre a pena dizer a verdade, ser honesta, ser digna.
Porque valerá sempre a pena saber ter um sorriso nos lábios em todas as ocasiões da vida.
Porque valerá sempre a pena ter amigas porque, um juramento de bandeira, uma promessa não se quebra.
Porque valerá sempre a pena saber que todas as guias do mundo virão para me ajudar.
Porque valerá sempre a pena saber seguir as pistas e sinais para encontrarmos um melhor caminho.
Porque valerá sempre a pena saber adaptarmo-nos em todos os ambientes.
Porque valerá sempre a pena saber ter a honra e o respeito por tudo o que é Vida, plantas e animais…
Porque valerá sempre a pena saber dar o nó que mais se adapta às pontas soltas da nossa vida.
Porque valerá sempre a pena saber partilhar.
Há lá coisa melhor que um fogo de conselho no fim de um dia atarefado, como são os de um acampamento??
Saudades das Pombo (Márcia e Patrícia), da São, da Tucha, da Sílvia Pombo, da Patrícia (Gil Paes) da Ivone, Cláudia, das Remas (Mónica e Marta), Kazuza, Quicas, das Santaréns (Mónica, eu e Ana Rita), da Maria, da Rute, Maria João, Susy, Magda, da Joana Abreu, Ana Rita Sanches, Sofia Vaz, Sandra Reis, da Marta e Cristina Galamba, das Zuzarte Reis, de tantas outras das quais não me consigo lembrar dos nomes, mas que sabem que existem neste rol.
Saudades da Irmã Stella.
A 1 de Maio de 1986, junto a vós todas confiante em Deus que me ama, prometi, fazendo parte da patrulha Pantera Negra, e mais tarde, Fogo, da A.G.P. da 1ª Companhia de Torres Novas, fazer da vida fonte bem clara onde os meus amigos viriam buscar a paz e a amizade ... a partir daquele dia, tentei dar minha alegria e servir meus irmãos contando minha fé. Sempre soube o quanto seria difícil, mas também sempre soube que Deus estaria comigo e que todas as Guias do mundo viriam para me ajudar!!!
Valeu a pena correr o risco e ir….. Sim valeu!
Saudades das Pombo (Márcia e Patrícia), da São, da Tucha, da Sílvia Pombo, da Patrícia (Gil Paes) da Ivone, Cláudia, das Remas (Mónica e Marta), Kazuza, Quicas, das Santaréns (Mónica, eu e Ana Rita), da Maria, da Rute, Maria João, Susy, Magda, da Joana Abreu, Ana Rita Sanches, Sofia Vaz, Sandra Reis, da Marta e Cristina Galamba, das Zuzarte Reis, de tantas outras das quais não me consigo lembrar dos nomes, mas que sabem que existem neste rol.
Saudades da Irmã Stella.
A 1 de Maio de 1986, junto a vós todas confiante em Deus que me ama, prometi, fazendo parte da patrulha Pantera Negra, e mais tarde, Fogo, da A.G.P. da 1ª Companhia de Torres Novas, fazer da vida fonte bem clara onde os meus amigos viriam buscar a paz e a amizade ... a partir daquele dia, tentei dar minha alegria e servir meus irmãos contando minha fé. Sempre soube o quanto seria difícil, mas também sempre soube que Deus estaria comigo e que todas as Guias do mundo viriam para me ajudar!!!
Valeu a pena correr o risco e ir….. Sim valeu!
Curiosidade
No tempo em que eu era Guia no activo, a minha chefe era a São. Esta tinha e tem uma irmã, Teresa. Uma pessoa especial, que pelas suas características diferentes, nos fez crescer em contacto com outras realidades. A São levava a irmã a várias reuniões e acampamentos.
A vida, fez com que seguíssemos caminhos diferentes e durante anos deixei as Guias, a São e a Teresa.
Coincidências fizeram com que começasse a trabalhar na instituição onde estou hoje. A instituição onde está também a Teresa, que logo no 1º dia me disse com o ar muito familiar: “ Eu conheço-te. És das Guias, do meu tempo”. E não é que era mesmo!!!!
Que linda forma de me sentir acolhida, onde não conhecia mais ninguém, nem as instalações.
Foi esse “eu conheço-te” de ambas as partes que me permite ainda hoje ter uma relação especial com a Teresa.
A vida, fez com que seguíssemos caminhos diferentes e durante anos deixei as Guias, a São e a Teresa.
Coincidências fizeram com que começasse a trabalhar na instituição onde estou hoje. A instituição onde está também a Teresa, que logo no 1º dia me disse com o ar muito familiar: “ Eu conheço-te. És das Guias, do meu tempo”. E não é que era mesmo!!!!
Que linda forma de me sentir acolhida, onde não conhecia mais ninguém, nem as instalações.
Foi esse “eu conheço-te” de ambas as partes que me permite ainda hoje ter uma relação especial com a Teresa.
SEMPRE ALERTA
Margarida Santarém
Canção cantada na Promessa das Guias:
Junto a vós todas
Confiante em Deus que me ama
Prometo fazer da vida
Fonte bem clara onde os meus amigos
Virão buscar a paz e a amizade
A partir deste dia
Vou dar minha alegria
Vou servir meus irmãos
Contar-lhes minha fé
Sei bem quanto é difícil
Mas Deus está comigo
E todas as Guias do mundo
Virão para me ajudar"
Publicado no Jornal Almonda, nº, em de de 2010


